domingo, 27 de junho de 2010

Congresso do PSB indica Dilma, Cabral, Lindenberg, Piccianni e mais nada

RIO - Com 74 votos a favor e apenas uma abstenção, o PSB aprovou, no início da tarde deste sábado, no Rio, o apoio às candidaturas de Dilma Rousseff (PT) à Presidência e do governador Sérgio Cabral (PMDB) à reeleição. Também foi aprovado o apoio às candidaturas do presidente da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), Jorge Picciani (PMDB), e do ex-prefeito de Nova Iguaçu, Lindberg Farias (PT), para o Senado.

A convenção decidiu ainda que ficará a cargo da executiva do partido a definição dos candidatos das eleições proporcionais.

Mais de 500 pessoas lotaram a quadra da escola de samba Portela, em Madureira, onde foi realizado o evento. Participaram do encontro o governador Sérgio Cabral, o vice-governador Luiz Fernando Pezão, o prefeito Eduardo Paes, além de Picciani, Lindberg e vários líderes do partido.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Nas Entrelinhas - PSB arma o futuro

Denise Rothenburg

Na hipótese de o PSB conquistar a vaga de vice na chapa de Anastasia em Minas, estará selado o Dilmasia

É bom os políticos olharem mais de perto os movimentos do Partido Socialista do Brasil, o PSB. Ontem, ao aprovarem formalmente a coligação com o PT em âmbito nacional, os socialistas fizeram outros movimentos mais ousados. No plano estadual, por exemplo, a ordem é liberar as alianças de acordo com o que for melhor para o partido, fazendo uma ponte para o futuro com o PSDB e o PCdoB..

Em Alagoas, por exemplo, o partido apoiará a reeleição de Teotônio Vilela Filho ao governo. No Maranhão, ficará com Flávio Dino (PCdoB). O governador de Pernambuco, Eduardo Campos, que comanda o PSB, se referiu a Dino como alguém que “sempre foi do nosso campo”. Quanto a Teotônio, o PSB avisou que não seguiria com Fernando Collor por absoluta falta de afinidade. Também não apoiará Ronaldo Lessa, que saiu do partido brigado.

Embora o PSB esteja fechado com Dilma e pronto para arregaçar as mangas para elegê-la presidente da República, os exemplos acima marcam a diferença dos socialistas em relação ao PT. No Maranhão, o comando nacional petista obrigou uma parte da sua turma a abandonar Flávio Dino e seguir com Roseana Sarney (PMDB). E, em Alagoas, Collor é aliado ao governo Lula.

A marcação da diferença será ainda maior em Minas Gerais. Amigo do presidente Lula e do ex-governador Aécio Neves, o presidente do PSB deu sinal verde ontem para que seu partido reivindique a vaga de candidato a vice na chapa de Antonio Anatasia, candidato a governador pelo PSDB. Fechar com Hélio Costa seria mesmo impossível depois dos ataques recebidos pelo prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda, durante a eleição municipal de 2008. Mas não foi bem a distância entre PSB e o PMDB de Hélio Costa que fez essa liberação.

Na hipótese de o PSB conquistar a vaga de vice na chapa de Anastasia em Minas estará selado o “Dilmasia” que os tucanos dizem não existir. E Aécio não poderá reclamar. Isso porque, no plano nacional, o PSB está fechado com Dilma. E no plano estadual, estará ao lado de Anastasia e de Aécio. Nada mais natural, portanto do que os socialistas fazerem campanha para os dois candidatos. Para completar, o nome que o PSB pretende apresentar para tentar obter essa vaga é o do ex-embaixador brasileiro em Cuba Tilden Santiago, que deixou o PT. Tilden foi um dos fundadores do Partido dos Trabalhadores. Hoje, muita gente ainda olha para ele como se fosse do PT. Ou seja, será a ponte perfeita para empunhar a bandeira “Dilmasia” no palanque mineiro da oposição ao governo Lula.

A composição mineira traz ainda uma outra vantagem ao PSB: a aproximação definitiva com Aécio, que, no ano passado, foi convidado a ingressar no partido e não quis deixar o ninho tucano. Enquanto isso, no Nordeste, o deputado Ciro Gomes tenta reconstruir as pontes e reaproximar o governador Cid Gomes do senador Tasso Jereissati (CE).

O jogo do PSB em São Paulo indica ainda que o partido não quer mesmo ficar à sombra petista. Ao lançar Paulo Skaf ao governo e sair com uma chapa de candidatos a deputado federal puxada por Gabriel Chalita, Luísa Erundina e Márcio França, o PSB mostrou que está trabalhando para mudar de patamar na política. Afinal, só dá para sonhar com voos mais altos se obtiver um espaço ali ou em Minas. Neste momento, o PSB age para ganhar musculatura nos dois e, quem sabe daqui a quatro anos, sair sozinho, sem ter que retirar o candidato para cumprir um pedido do PT ou ficar fora da chapa principal, hoje ocupada por Dilma e pelo PMDB de Michel Temer. É por aí que o PSB arma seu jogo.

http://www.psbnacamara.org.br/mid_det.asp?id=959

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Em convenção nacional, PSB oficializa apoio à candidatura de Dilma

O PSB oficializou nesta segunda-feira (14) em Brasília o apoio do partido à candidatura de Dilma Rousseff (PT) à Presidência da República. A candidata já recebeu apoio de forma oficial do PMDB, PDT, PR. O PT espera ainda a confirmação de apoio de outras legendas, como PC do B e PRB.

A oficialização do apoio do PSB aconteceu na sede nacional do partido em um Congresso Nacional Extraordinário, que no estatuto da legenda substitui a convenção. O evento, pequeno em comparação às convenções realizadas por PMDB e PT, não contou com a presença da candidata, que viaja nesta segunda para a Europa.

Outra ausência no Congresso foi a do deputado Ciro Gomes (CE), que brigou para ser candidato à Presidência pelo partido. O governador do Ceará, Cid Gomes, irmão do deputado, também não compareceu ao encontro desta tarde.

A decisão de retirar Ciro da disputa foi tomada pela direção nacional do partido e nesta ocasião já se decidiu pelo embarque na candidatura de Dilma. Em reunião da Executiva Nacional, 20 dos 27 diretórios regionais da legenda se manifestaram contra a candidatura própria à Presidência.

O PSB participa do governo Luiz Inácio Lula da Silva desde o primeiro governo. Atualmente o partido ocupa dois ministérios, Ciência e Tecnologia e Secretaria Especial de Portos. Os ministros Sérgio Rezende e Pedro Brito

Propostas do PSB

O presidente do partido justificou a ausência de Dilma afirmando que o partido preferiu concentrar a mobilização em um evento que realizará em julho para entregar propostas para o programa de governo de Dilma. Neste evento, além da candidata petista, deverá comparecer o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Segundo Campos, as propostas do PSB deverão tratar de temas como desenvolvimento regional, elevação do nível de investimento na economia e formação de recursos humanos para o crescimento econômico.

Ele minimizou também a ausência de Ciro e afirmou que o deputado estará presente na campanha de Dilma. “O Ciro já falou que vai seguir a decisão do partido, mas ele tem o tempo dele e temos de respeitar”.

Alianças regionais

O presidente do partido comentou também a posição nas disputas nos estados. A posição do PSB é de se coligar nos estados somente com partidos que estejam na aliança de Dilma. Alianças fora desse espectro terão de ter o aval da Executiva Nacional.

Apesar da posição, Campos já reconhece “exceções”. Ele citou os estados do Paraná e de Alagoas, onde o apoio a candidatos do PSDB está decidido. Na Paraíba, a aliança também é com a oposição ao governo Lula, mas dessa vez o candidato é do PSB.

O presidente do partido comentou ainda a situação de Minas Gerais, onde pode surgir uma nova exceção. Segundo Campos, a decisão está nas mãos da executiva regional e do prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda. O próprio Campos, no entanto, lembrou que Lacerda contou com apoio de PT e PSDB para derrotar o PMDB nas eleições locais, o que, na visão do presidente do partido já sinaliza a posição de apoio a Antonio Anastasia (PSDB) e não Hélio Costa (PMDB).

“Em Minas nós esperamos por Fernando Pimentel (PT), mas ele não será mais candidato. Quanto ao PMDB é complicado porque ele foi adversário nosso e foi uma campanha muito dura, com ataques pessoais e o Márcio Lacerda teve apoio do PSDB. Então a decisão foi delegada para ele e para o diretório regional”, afirmou Campos.

Em relação ao Maranhão, onde na semana passada o PT decidiu retirar o apoio de Flávio Dino (PC do B) para apoiar Roseana Sarney (PMDB), o presidente do PSB afirmou que a legenda continuará com o candidato comunista. “Não muda de jeito nenhum. Nós vamos apoiar o Flávio Dino e vamos indicar até o vice se for preciso. Segundo a avaliação do nosso pessoal lá ele é um candidato muito viável e essa ação lá vai ter um efeito contrário”.

Segundo Campos, o PSB deverá ter candidato a governador em nove estados e conta com o apoio do PT na maioria deles. O partido terá ainda dez filiados disputando vagas no Senado Federal.

http://g1.globo.com/especiais/eleicoes-2010/noticia/2010/06/psb-oficializa-apoio-dilma.html

domingo, 13 de junho de 2010

No ES, Casagrande sobe e pode triunfar no 1º turno

Pesquisa feita no Espírito Santo revela que o senador Renato Casagrande (PSB) tornou-se candidato a uma vitória em primeiro turno.
Postulante ao governo do Estado, Casagrande subiu 6,1 pontos percentuais entre maio e junho. Hoje, soma 61,1% das intenções de voto.
Segundo colocado, o deputado federal Luiz Paulo Velloso Lucas (PSDB), com 18%, arrosta uma desvantagem de 43,1 pontos percentuais.
A sondagem foi feita por um instituto capixaba, o Futura. Encomendou-a o diário ‘A Gazeta’.
Casagrande tomou o elevador depois de atrair para o seu palanque os governistas PMDB e o PT.
Curiosamente, o quadro se inverte na aferição da preferência do eleitor capixaba em relação à disputa presidencial.
A diferença entre o tucano José Serra e a petista Dilma Rousseff decresceu 10,1 pontos percentuais entre maio e junho –de 19,9 para 9,8.
Mas Serra, com 41%, continua à frente de Dilma, com 31,2%. DEe maio para junho, ela subiu 6,3 pontos. Ele caiu 3,8 pontos percentuais.
Há no Estado dois cabos eleitorais poderosos. Ambos apóiam a dupla Casagrande-Dilma.
Um deles é o governador Paulo Hartung (PMDB), cuja gestão é aprovada por 74,9% dos pesquisados.
O outro é Lula, cujo governo é considerado ótimo ou bom por 73,5% dos capixabas.
Veja a situação da aliança entre o PT e o PMDB em cada Estado no mapa abaixo:

SUL

Paraná: O PT está à espera de uma decisão do senador Osmar Dias, do PDT. Os petistas querem que ele concorra ao governo com Gleisi Hoffmann, mulher do ministro do Planejamento Paulo Bernardo, como candidata ao Senado na chapa. Mas Dias só aceita Gleisi como vice. Dias também é cortejado pelo PSDB, que lhe oferece a candidatura ao Senado. Neste caso, o PT apoiaria a reeleição do governador Orlando Pessuti (PMDB).

Rio Grande do Sul: PT e PMDB são adversários históricos. Nesta eleição, o ex-ministro da Justiça Tarso Genro (PT) enfrentará o ex-prefeito de Porto Alegre José Fogaça (PMDB).

Santa Catarina: O único acordo firmado pelo PT e pelo PMDB em Santa Catarina é que um apoiará o outro em caso de segundo turno na eleição para governador. No primeiro turno é cada um por si: a senadora Ideli Salvatti (PT) de um lado e o governador Eduardo Pinho Moreira (PMDB) de outro.

SUDESTE

Espírito Santo: PT e PMDB fecharam um palanque único, mas o candidato é do PSB, o senador Renato Casagrande. Ao se unirem em torno de Casagrande, foi abortada ideia inicial de lançar Ricardo Ferraço (PMDB) ao governo com um petista como candidato a vice.

Minas Gerais: O mais recente acerto entre PT e PMDB foi em Minas Gerais. Lá, o ex-prefeito de Belo Horizonte Fernando Pimentel foi obrigado a ser candidato ao Senado para deixar o ex-ministro das Comunicações Hélio Costa (PMDB) concorrer ao governo num palanque único.

Rio de Janeiro: Um dos primeiros acordos firmados entre PT e PMDB foi no Rio de Janeiro. O presidente Lula pediu, e o ex-prefeito de Nova Iguaçu Lindberg Faria, do PT, tentará uma vaga no Senado, deixando o caminho livre para a tentativa de reeleição do governador Sérgio Cabral (PMDB).

São Paulo: O PMDB de São Paulo apoiará Geraldo Alckmin (PSDB) ao governo, enquanto o PT tem candidato, o senador Aloizio Mercadante.

CENTRO-OESTE

Distrito Federal: Adversários históricos no Distrito Federal, PMDB e PT formaram uma improvável aliança que lançará o deputado Agnelo Queiroz, do PT, ao governo do Estado, com o deputado federal Tadeu Filippelli, presidente do PMDB local, como vice.

Goiás: Tem acordo entre os partidos em Goiás, onde o peemedebista Iris Rezende será lançado candidato ao governo apoiado por uma ampla coligação que inclui o PT.

Mato Grosso: PT está na aliança em torno da candidatura à reeleição de Silval Barbosa (PMDB), atual governador do Estado.

Mato Grosso do Sul: Desde cedo o acordo em Mato Grosso do Sul se mostrou inviável. O peemedebista André Puccinelli tentará a reeleição, enquanto o ex-governador Zeca do PT articula a tentativa de retornar ao poder.

NORTE

Acre: O pré-candidato do PT é o senador Tião Viana. O do PMDB é o vereador Rodrigo Pinto.

Amapá: O PT está composto com Camilo Capiberibe, do PSB. O PMDB de José Sarney, adversário da família Capiberipe, costura aliança com PDT e PP, que têm como candidato à reeleição o progressista Pedro Paulo.

Amazonas: Omar Aziz (PMN) é o atual governador e tentará a reeleição apoiado pelo PMDB. O PT, em contrapartida, deve o apoio ao senador e ex-ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento (PR), que também cobiça o governo.

Pará: Como em de Santa Catarina, PT e PMDB prometeram um ao outro apoio apenas num eventual segundo turno. No primeiro, o PT vai com a governadora Ana Júlia Carepa e o PMDB com o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Domingos Juvenil.

Rondônia: PMDB e PT já têm cada um uma candidatura consolidada em Rondônia. Os peemedebistas irão para a eleição com Confúcio Moura, e os petistas com o deputado Eduardo Valverde.

Roraima: Nem o líder do governo, Romero Jucá (PMDB), está composto com o governo. Candidato ao Senado, ele deve ingressar na chapa do governador tucano José de Anchieta, que tenta a reeleição. O PT não tem candidato próprio ao governo e deve apoiar o deputado federal Neudo Campos (PP).

Tocantins: O atual governador, Carlos Henrique Gaguim (PMDB), quer a reeleição. O PT é aliado ao PMDB no Estado, mas estuda lançar candidato próprio, o ex-prefeito de Porto Nacional, Paulo Mourão.

NORDESTE

Alagoas: PMDB e PT apoiam o pré-candidato do PDT, Ronaldo Lessa, ao governo.

Bahia: Sem possibilidade de acordo, o governador Jaques Wagner (PT) e o ex-ministro da Integração Nacional Geddel Vieira Lima (PMDB) se enfrentarão nas urnas pelo mandato de governador do Estado.

Ceará: PT e PMDB defenderão a reeleição de Cid Gomes (PSB) ao governo. A confusão no Ceará é em torno das vagas ao Senado. O PT quer lançar José Pimentel em uma das duas vagas ao Senado, enquanto o PMDB defende que só o deputado Eunício Oliveira tente um mandato de senador. Sem Pimentel na chapa, Cid abriria caminho para a reeleição do amigo, o senador Tasso Jereissati, do PSDB.

Maranhão: O PT local chegou a aprovar o apoio à candidatura do deputado federal Flávio Dino, do PCdoB, ao governo, o que enfureceu a família Sarney, que prepara a reeleição de Roseana Sarney. Para resolver o impasse, o PT nacional interveio, a aprovação do apoio à Dino foi anulada e o diretório fechou com Roseana.

Paraíba: O acordo foi fechado entre PT e PMDB em tono da reeleição do governador peemedebista José Maranhão.

Pernambuco: Em Pernambuco o PMDB de Jarbas Vasconcelos faz oposição ao governo, e disputará o governo aliado ao PSDB e ao DEM. O PT apoia a eleição do atual governador, Eduardo Campos, do PSB.

Piauí: O PT oficializou apoio à reeleição do governador Wilson Martins (PSB) com o PMDB indicando o candidato a vice. O PT terá ainda o poder de escolher os dois candidatos ao Senado, entre eles o ex-governador Wellington Dias.

Rio Grande do Norte: O PMDB viveu um dilema no Rio Grande do Norte, onde os primos, senador Garibaldi Alves e o deputado Henrique Alves, queriam ir cada um para um lado. A solução foi deixar o PMDB fora das coligações formais. Garibaldi tentará a reeleição ao Senado na chapa do DEM, e Henrique a mais um mandato na Câmara ao lado do PSB e do PT, que têm como candidatos ao governo o socialista Iberê Ferreira.

Sergipe: Por ora, PT e PMDB estão juntos na disputa do governador Marcelo Déda (PT) à reeleição. Mas o senador Almeida Lima (PMDB) ameaça romper o acordo se não conseguir uma vaga nesta chapa para concorrer a um novo mandato no Senado. O assunto foi levado pelo senador à cúpula do partido, que decidirá o que fazer nos próximos dias.

fonte:http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,pt-e-pmdb-so-conseguem-alianca-em-10-dos-27

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Os fichas suja da bancada RJ

Arnaldo Vianna (PDT-RJ)
Inquérito 2826 – crimes de responsabilidade
Inquérito 2827 – crimes de responsabilidade/crimes de lei de licitações

Cida Diogo (PT-RJ)
Inquérito 2821 – crime de competência por prerrogativa de função

Edson Ezequiel (PMDB-RJ)Inquérito 2300 - peculato, emprego irregular de verbas públicas e corrupção passiva. O processo corre em segredo de Justiça

Geraldo Pudim (PMDB-RJ)Inquérito 2601 - crimes eleitorais
Inquérito 2704 - boca de urna.

Leandro Sampaio (PPS-RJ)Ação Penal 419 – crimes de responsabilidade durante gestão como prefeito
Ação Penal 442 – crime contra o meio ambiente e patrimônio genético/ poluição
Inquérito 2596 – crimes contra a ordem tributária (imposto de renda da pessoa física). Este corre em segredo de Justiça.

Nelson Bornier (PMDB-RJ)Inquérito 2137 – crime de lavagem ou ocultação de bens, direitos ou valores
Inquérito 2168 – crime contra a lei de Licitações
Inquérito 2177 – crime da lei de licitações
Inquérito 2655 – crimes de responsabilidade, crime contra a Lei de Licitações


Silvio Lopes (PSDB-RJ)Inquérito 2641 - crimes de responsabilidade, durante gestão como prefeito
Inquérito 2837 – investigação penal por prerrogativa de função
Inquérito 2855 – crimes na Lei de Licitações

Solange Almeida (PMDB-RJ)Inquérito 2664 - crime de responsabilidade, atribuídos a gestão como prefeita
Inquérito 2726 - crime de responsabilidade, atribuídos a gestão como prefeita
Inquérito 2834 – crimes praticado contra a administração pública. Emprego irregular de verbas ou rendas públicas

Fonte: congresso em foco

terça-feira, 8 de junho de 2010

Senado recontrata 1.600 ao custo anual de R$ 72 milhoes

Antes do início da terceira presidência de José Sarney, o Senado estava à beira do abismo. Depois, o Senado caiu no abismo.

Desde então, o Senado vem sendo convidado a decidir se quer sair do buraco ou se prefere continuar de cócoras, ao rés do chão.
Já não há mais dúvida. O Senado fez uma opção pela cratera. Pior: decidiu continuar cavando.
O Senado decidiu recontratar 1.600 funcionários terceirizados. Custarão à Viúva, veneranda e desprotegida senhora, R$ 72 milhões ao ano.

Curiosamente, estudo da FGV (Fundação Getúlio Vargas) recomendara o oposto. Preconizara a redução da folha de terceirizados em 30%.
O Senado pagara R$ 250 mil pelo estudo. Jamais o implementou. Ao contrário. Eleva agora o quadro de terceirizados.
Dias atrás, a FGV foi recontratada. Mais R$ 250 mil. Para quê? Concluiu-se que era preciso refazer o primeiro estudo.
A folha recomeçou a ser vitaminada no mês passado. Por meio de edital, recontrataram-se 1.272 terceirizados. De uma tacada, R$ 55 milhões por ano.
Garçons, copeiros, chaveiros, etc... Os salários? Entre R$ 1,2 mil e R$ 6 mil mensais. Alegou-se, veja você, que há “carência de mão-de-obra”.
Simultaneamente, decidiu-se renovar o contrato com a Plansul, uma provedora de mão de obra que fora acusada de superfaturar os serviços.
Sob esse contrato, mais 327 terceirizados. Vão à área de comunicação do Senado. Até dezembro, mais R$ 17 milhões.
A crise pós-Sarney ofereceu ao Senado a oportunidade de informar ao país do que é feito.
Os senadores poderiam ter optado pela sensatez. Preferiram anunciar à nação que o Senado é feito de desfaçatez.
Para completar o escárnio, acontece contra um pano de fundo que inclui a candidatura de Agaciel Maia a deputado da Câmara Legislativa do DF.
Sim, o ex-super-diretor-geral do Senado, compadre de Sarney, vai às urnas. Ganhará imunidade nas pegadas da sanção do projeto Ficha Limpa.

Em tempos de Copa, resta gritar, a pelnos pulmões: Brasillllllll!
Fonte: Blog do Josias - folha de S. paulo

CONGRESSO ESTADUAL DO PSB/RJ

XIV CONGRESSO ESTADUAL DO PSB/RJ
Convite
A Comissão Executiva Estadual do Partido Socialista Brasileiro do Rio de Janeiro, PSB/RJ, tem o prazer de convidá-lo para o XIV Congresso Estadual do PSB-RJ que acontecerá no dia 26 de Junho de 2010, entre às 9:00h e 15:00h, na Quadra da Escola de Samba Portela, situada na Rua Clara Nunes, nº 81, Madureira, Rio de Janeiro, RJ.
Aproveitamos o ensejo para expressar-lhe nossa admiração e apreço.
Saudações Socialistas,
ALEXANDRE CARDOSO
Presidente Estadual do PSB/RJ

terça-feira, 1 de junho de 2010

Movimentos sociais lançam projeto nacional de lutas para 2011

A Coordenação Nacional dos Movimentos Sociais (CMS) – composta por 27 entidades – aprovou nesta segunda-feira (31) um projeto nacional que irá guiar o movimentos sociais nos próximos semestres. Uma das decisões do grupo é aumentar as manifestações populares em 2011, independentemente de quem ocupará a Presidência da República.

“Os movimentos têm a convicção que só com a ampliação das manifestações, das passeatas, das greves e das marchas, que a gente vai conseguir ver implementado esse conjunto de proposições que consta no projeto Brasil. Seja qual for o presidente eleito, a gente sabe que vai precisar ter mais pressão do povo nas ruas pra que esse projeto seja implementado”, disse a coordenadora dos movimentos sociais, Lúcia Stumpf.

O texto aprovado pelas entidades, entre elas a Marcha Mundial das Mulheres e a Ação Cidadania, será entregue como pauta aos pré-candidatos à Presidência da República.

O documento, dividido em cinco partes (soberania nacional, desenvolvimento, democracia, mais direitos ao povo e solidariedade), defende mudanças na política econômica do país, como a de conceder mais incentivo à produção e à geração de emprego. Os movimentos sociais pedem também a mobilização pela “democratização” do Conselho Monetário Nacional do Banco Central.

O texto ressalta a defesa da reforma agrária, a priorização da agricultura camponesa e familiar e a garantia de crédito ao pequeno produtor. As entidades decidiram também apoiar a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, sem redução dos salários.

A reforma política, o financiamento público das campanhas parlamentares, a fidelidade partidária, estão presentes entre as demandas dos movimentos sociais.
Foram relacionadas ainda o fim do caráter revisor do Senado e o aumento da realização de plebiscitos. Também entrou na pauta, a defesa de uma política externa independente, que busque a paz; a destinação dos recursos do pré-sal em benefício dos brasileiros e a retirada das bases militares estrangerias da América Latina e do Caribe.

Agência Brasil
http://www.psbnacional.org.br/index.php/content/view/7726.html

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Cinco parlamentares do PSB entre os cem "Cabeças" do Congresso

O Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (DIAP) divulgou nesta sexta-feira (28) a lista dos cem parlamentares mais influentes do Congresso Nacional. Integram a relação dos “Cabeças” de 2010 quatro deputados e um senador do Partido Socialista Brasileiro (PSB).

São eles: o líder da legenda na Câmara, Rodrigo Rollemberg (DF), quarto ano consecutivo; os deputados Beto Albuquerque (RS), oitavo ano consecutivo; Márcio França (SP), quarto ano consecutivo , e Luiza Erundina (SP), doze anos consecutivos. O senador Renato Casagrande (PSB-ES) também aparece pela quarta vez consecutiva , sendo que como deputado federal ele já havia intregrado a lista por três anos seguidos. De licença, o deputado Ciro Gomes (CE) ficou de fora da lista.

Luiza Erundina se destaca pelo maior número de indicações. Em todos os seus três mandatos a parlamentar foi apontada como "Cabeça" do Congresso Nacional.

O estudo do DIAP identifica os cem parlamentares - deputados e senadores - com mais habilidades para elaborar, interpretar, debater ou dominar regras e normas do processo decisório. Destacada por sua capacidade como articuladora, debatedora e negociadora, Luiza Erundina é apontada como liderança feminina da esquerda e atuante na defesa dos direitos humanos e minorias.

O Diap aponta também os parlamentares em ascensão. Este poderão integrar a lista dos “Cabeças” do ano seguinte. A deputada Lídice da Mata (BA), o deputado Júlio Delgado (MG) e o senador Antônio Carlos Valadares (SE) são alguns socialistas que integram esta lista paralela.

Os "Cabeças" do Congresso Nacional são, na definição do DIAP, os parlamentares que conseguem se diferenciar dos demais pelo exercício de qualidades e habilidades como capacidade de conduzir debates, negociações, votações, articulações e formulações, seja pelo saber, senso de oportunidade, eficiência na leitura da realidade e, principalmente, facilidade para conceber idéias, constituir posições, elaborar propostas e projetá-las para o centro do debate, liderando sua repercussão e tomada de decisão.

Os socialistas também são indicados como Operadores Temáticos. De acordo com o DIAP, integram esta categoria os parlamentares com domínio sobre determinados temas, além de se constituírem em fontes de consulta de seus colegas e serem muito requisitados pela imprensa, são chamados com freqüência para coordenar negociações, relatar matérias e encaminhar votações em plenários. Na área de Infra-Estrutura, Beto Albuquerque e Renato Casagrande são alguns dos identificados; em Ciência, Tecnologia e Comunicação, Rodrigo Rollemberg; e na área de Direitos Humanos e Minorias, Luiza Erundina integra a lista.

De acordo com os critérios adotados pela pesquisa do DIAP, em sua 17ª edição, não basta o parlamentar ser líder partidário, presidente de comissão, relator de matéria importante, presidir partido político, estar sempre na mídia ou ter arroubos de valentia, para ser classificado como “Cabeça”. É preciso, além do cargo formal, que o parlamentar exerça alguma habilidade, que comprovadamente influencie o processo decisório, seja na bancada partidária, na comissão, no plenário, nas decisões de bastidores ou até mesmo em fóruns informais, como as frentes ou bancadas de interesse.

Letícia Alcântara/ Informações do DIAP
http://www.psbnacamara.org.br/not_det.asp?id=1038

sábado, 22 de maio de 2010

Sem Ciro, PSB formaliza apoio a Dilma

pNenhum aliado do deputado Ciro Gomes (CE) compareceu ontem à reunião do Diretório Nacional do PSB, que decidiu pelo apoio à candidatura da petista Dilma Rousseff à sucessão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Há cerca de um mês, o PSB rifou a candidatura de Ciro Gomes à Presidência.


A divisão do partido ficou explícita com a ausência de Cid Gomes, governador do Ceará e irmão de Ciro, que preferiu não ir ao encontro do PSB, apesar de estar em Brasília e ter se reunido com o presidente Lula.

Apesar da cizânia no partido, o presidente nacional do PSB e governador de Pernambuco, Eduardo Campos, mandou um recado para os eventuais dissidentes: todos os socialistas farão campanha para petista, não serão aceitas defecções nem coligações com partidos de oposição, a menos que haja autorização da direção do PSB.

Logo após o partido vetar sua candidatura à Presidência, Ciro Gomes afirmou que acataria a decisão da legenda, mas que não iria se envolver na campanha da petista nem pedir votos para ela na televisão.

Exemplo. "Aprovamos uma resolução em que todo o nosso partido fará campanha para Dilma", afirmou Eduardo Campos. Ele fez questão de citar um exemplo: o caso do PSDB da Paraíba, que apoia a candidatura de Ricardo Coutinho, do PSB, ao governo do Estado.

"O PSDB apoia o Ricardo Coutinho, mas o Ricardo Coutinho vota na Dilma", disse. "A nossa posição política é de apoio à ministra Dilma. Nos Estados as alianças que estão autorizadas automaticamente são aquelas dentro do bloco de sustentação. Qualquer coisa além disso tem que ter autorização da direção nacional", explicou Campos.

Ao deixar o Centro Cultural Banco do Brasil, Cid Gomes disse que vai se empenhar na campanha da petista. "Tenho de olhar para frente, tenho certeza de que será a postura do Ciro também. A decisão do partido foi de não ter candidato, a gente tem de aceitar e se submeter a ela", afirmou o governador. "Não é mais hora de olhar para trás. As coisas são assim."

"Tem um desconforto por eles (aliados de Ciro) não estarem aqui. Mas a ferida que o Ciro abriu ainda existe e ainda está acabando de cicatrizar", resumiu o deputado Júlio Delgado (PSB-MG), um dos integrantes do Diretório Nacional da sigla.

Na reunião de ontem, o comando do PSB também definiu que o PT deve estabelecer critérios iguais para todos os aliados de Dilma nos palanques estaduais. "Todos os partidos aliados ao PT vão estar submetidos a critérios comuns. Todos devem ter o mesmo tratamento. A Dilma não será candidata só do PT. Ela será candidata de um conjunto de partidos", declarou Campos. "Todos terão de ser tratados de uma forma respeitosa e equilibrada. De outro jeito seria inaceitável."

A direção do partido decidiu ainda que alianças nos Estados com partidos de oposição - PSDB, DEM e PPS - têm de passar pelo crivo da direção do PSB.

A convenção do PSB para formalizar o apoio oficial à candidatura de Dilma Rousseff será no dia 14 de junho.




quarta-feira, 19 de maio de 2010

Senado aprova projeto Ficha Limpa

Medida pode excluir das eleições 25% dos pré-candidatos

O Senado aprovou na tarde desta quarta-feira o Projeto Ficha Limpa, que impede a candidatura de políticos condenados na Justiça em decisão colegiada em processos ainda não concluídos.

Com 76 votos favoráveis e sem nenhum contrário, o Senado aprovou o projeto às 18h15min, o Projeto Ficha Limpa, que resultou de iniciativa popular. Neste momento, os senadores estão votando emenda de redação aceita pelo relator da proposta na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), senador Demóstenes Torres (DEM-GO).

Concluída a votação, com o exame da emenda, o projeto será encaminhado à sanção presidencial. O objetivo é viabilizar a aplicação das novas regras de inelegibilidade ainda nas eleições deste ano.

As informações são da Agência Senado.

domingo, 16 de maio de 2010

Dilma 38% e Serra 35% (Vox Populi/Band) tecnicamente empatados

Pesquisa mostra Dilma passando Serra pela primeira vez

JB Online

BRASILIA - O Vox Populi divulgou neste sábado pesquisa de intenção de voto para as Eleições 2010. A pesquisa, encomendada pela Rede Bandeirantes, mostra pela primeira vez a ex-ministra da Casa Civil Dilma Rousseff (PT) à frente do ex-governador José Serra (PSDB), após período de superexposição da petista no rádio e na TV. Na pesquisa estimulada, Dilma aparece com 38% das intenções de voto, contra 35% do tucano. Como a margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, assim como na última pesquisa Vox/Band os dois candidatos estão tecnicamente empatados.

Em abril, na segunda rodada do levantamento, Serra tinha 34% das intenções de voto, contra 31% de Dilma. Em janeiro, na primeira rodada, a diferença do tucano era de 34% contra 27%. Os números referem-se ao cenário com o deputado Ciro Gomes (PSB), que ainda era um dos possíveis candidatos. No cenário sem Ciro Gomes, Serra aparecia com 38% contra 29% de Dilma, em janeiro, e com 38% contra 33% de Dilma, em abril.

O terceiro lugar na pesquisa de maio coube à ex-ministra Marina Silva (PV), com 8% das intenções de voto. Em abril, ela havia registrado 7% e em janeiro, 8% - no cenário sem Ciro Gomes.

Não quiseram ou não souberam responder 11%, enquanto votos nulos e brancos contabilizam 8%. Na pesquisa espontânea, em que o entrevistado diz o nome do candidato sem o auxílio da lista, Dilma também aparece na frente, com 19% das intenções de voto, seguida de Serra, com 15%. Em terceiro lugar, mesmo não sendo candidato, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi lembrado por 10% dos entrevistados. Na última pesquisa Vox/Band, Lula era lembrado espontaneamente por 20%.

Dois mil eleitores, moradores de 117 cidades (nas cinco regiões brasileiras), foram ouvidos no levantamento. Num eventual segundo turno, Dilma e Serra também estariam tecnicamente empatados, com 40% e 38%, respectivamente, dentro, portanto, da margem de erro de 2,2%.

A pesquisa Vox Populi/Bandeirantes foi registrada junto no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no dia 7 de maio, com o protocolo de número 11.266/2010. Foram realizadas duas mil entrevistas, pessoais e domiciliares, de 8 a 13 de maio, em 117 municípios de todas as regiões do País.

19:06 - 15/05/2010
http://jbonline.terra.com.br/pextra/2010/05/15/e150514048.asp